sexta-feira, 26 de junho de 2015

Repensar os hábitos de consumo e descartes



No projeto desenvolvido pela escola com o tema Diversidade, a Professora de Química Ivone Heidmann Freitas, realizou com os alunos das 1ª séries do Ensino Médio Inovador o trabalho: Repensar os hábitos de consumo e descartes.

Esse trabalho foi desenvolvido com os seguintes objetivos:
- Distinguir os diferentes tipos de materiais: eletrônicos, orgânicos e inorgânicos;
- Conhecer os metais pesados presente nos aparelhos eletrônicos;
- Compreender os danos que os metais pesados causam ao meio ambiente e ao ser humano;
- Mobilizar os alunos para que realizem a coleta seletiva, descartando em local adequado;
- Estimular a realização de atitudes voltadas à preservação do meio ambiente.

Após apresentar o projeto, os alunos pesquisaram:
- Materiais que podem ser reciclados e materiais que são descartados após uso, e classificarão em: lixo eletrônico, orgânico e inorgânico.
- Metais pesados que estão presente nos aparelhos eletrônicos e os danos que causam ao meio ambiente e ao ser humano se descartado de maneira inadequada.
- Maneira correta de descarte do lixo eletrônico, materiais orgânicos e inorgânicos.

A operacionalização do trabalho foi através de coletas de materiais recicláveis e não recicláveis que poluem o meio ambiente para fazer o descarte apropriado. Além da contribuição ao meio ambiente, a coleta desses materiais terá respaldo na participação de uma gincana (1ª Gincana da Diversidade – EMI), que será realizada entre 24 de junho a 28 de julho da escola.
A socialização do trabalho aconteceu através de exposição de cartazes em toda a área escolar.















(Texto publicado no jornal Destaque em 25 de junho de 2015.)

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Dia do Meio Ambiente


Todo dia é dia do Meio Ambiente! Porém o dia mundial do meio ambiente começou a ser comemorado em 1972, após uma Conferência Das Nações Unidas sobre o meio ambiente realizada em Estocolmo, na Suécia, com o objetivo de promover atividades de proteção, preservação e alertar o público mundial para o perigo de negligenciarmos a tarefa de cuidar do meio ambiente.
Com o objetivo de sensibilizar os alunos e comunidade em relação à preservação do meio ambiente, foi executado um projeto no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, com as turmas do Ensino Médio Inovador (EMI).
A justificativa do projeto dá-se pelo fato de que o planeta está em um momento crítico, é preciso agir para minimizar os impactos da sociedade de hoje sobre as futuras gerações. Frente a isso estimular a sensibilidade do aluno sobre problemas atuais em relação ao meio ambiente se torna de suma importância. Entretanto, a reeducação da comunidade se apresenta relevante e são influentes no berço familiar onde se consolidam o caráter dos jovens. Diante deste contexto é necessário cada indivíduo reconhecer sua atitude em prol do meio ambiente de forma sustentável.  Vale ressaltar que gradativamente, a humanidade vem criando uma postura antropocêntrica, o que causa um sentimento de distanciamento em relação à natureza.
A realização do projeto deu-se com professores e alunos das primeiras e segundas séries do Ensino Médio Inovador, que distribuíram mudas de árvores nativas e frutíferas, na Rua Padre Roher, nos semáforos da cidade. As mudas foram doadas pela empresa Tractebel Energia. Neste projeto os alunos também buscaram sensibilizar e conscientizar a comunidade com faixas e cartazes, fomentando a responsabilidade individual em prol da preservação do meio ambiente.

Os objetivos específicos do projeto:
·                    Despertar o interesse e a consciência ambiental na sociedade;
·                    Participar da construção de um futuro sustentável;
·                    Reconhecer as responsabilidades individuais e coletivas em prol do meio ambiente;

·                    Distribuir e plantar árvores.


(Texto publicado no Jornal Destaque em 18/06/2015.)

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Utilização do aparelho telefônico na atualidade


Com o objetivo de conscientizar o aluno que o aparelho telefônico pode servir como ferramenta para auxiliar no desenvolvimento da aprendizagem, bem como para a organização pessoal e comunicação.  Ao mesmo tempo, o aparelho, se utilizado de forma inadequada, pode causar problemas familiares e sociais,  foi planejado o projeto:  Utilização do aparelho telefônico na atualidade pelos professores da EEB São Ludgero no curso do PNEM (Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio).
O PNEM é um programa do Governo Federal para formação e capacitação de professores do Ensino Médio e  tem como objetivo principal contribuir para o aperfeiçoamento da formação de professores e coordenadores do Ensino Médio, rediscutindo a prática docente voltada para esta etapa de ensino da Educação Básica.
Esse projeto foi apresentado no Semionário Regional da 2ª etapa do PNEM/SC, pelo professor Valdinei Monteiro Vieira (professor de Sociologia), no dia 24 de abril em São Ludgero, e será colocado em prática pelos professores envolvidos no programa.
A justificativa da elaboração do projeto dár-se–a pelo fato de que o uso de tecnologias tornou-se uma necessidade nos dias atuais. Os educandos que nasceram nessa era tecnológica, participam naturalmente da evolução que acontece constantemente e sentem-se atraídos por todo este emaranhado de informações.
            O emprego de aparelhos celulares para fins pedagógicos pode trazer profundas transformações para o processo de ensino-aprendizagem na escola. Porém, alguns entraves impedem sua utilização, como o mau uso por parte dos alunos, e a lei número 14.363, de 25 de janeiro de 2008, que dispõe sobre a proibição do uso de telefone celular nas escolas estaduais do Estado de Santa Catarina.
            Sendo assim, a escola precisa estar preparada para trabalhar pedagogicamente com esta questão, pois envolve algo que está diretamente associado ao dia a dia dos educandos. A maioria dos nossos alunos se vêem envoltos nas diferentes mídias, e não trabalhar esta questão significa excluir algo que faz parte da sua cultura, bem como da comunidade escolar.

     Os objetivos específicos do projeto:
- Orientar os alunos sobre o uso do celular em relação à saúde;
- Analisar a escrita dos usuários das redes sociais;
- Observar as mudanças na relação dos adolescentes com o celular em diferentes gerações;
- Conscientizar sobre o uso de imagens nos aplicativos;
- Reconhecer e usar as estratégias de um debate;
- Orientar o uso do celular para fins pedagógicos.

As disciplinas envolvidas e suas aplicações:
- Sociologia e Filosofia: Conscientização sobre o uso adequado dos aparelhos.
- História: Utilização dos meios de comunicação em diferentes épocas.
- Inglês/Espanhol/ Informática:  Malefícios versus benefícios por meio de um júri simulado.
- Matemática: Estatística: pesquisa com gastos, idade, tempo de uso, descarte.
- Educação Física: A falta da prática esportiva decorrente do uso excessivo do aparelho.
- Química: Soluções para o lixo eletrônico.
- Biologia: O efeito no organismo.

- Língua Portuguesa: “Cyberbullying”: uso da escrita.
Professor Valdinei Monteiro Vieira


(Texto publicado no Jornal Destaque em 11/06/2015.)

Educação e Cidadania

Educar exige esforço, dedicação, competência e, sobretudo muito amor. As diversas atividades desenvolvidas na escola contribuem para  aprimorar o conhecimento,  o crescimento intelectual e preparar para a vida...

A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP)  é uma realização do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA - e tem como objetivo estimular o estudo da matemática e revelar talentos na área.
Nesta unidade escolar, terça-feira (02/06) foi realizada a OBMEP - Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas,
1ª fase: participaram os alunos do 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental e alunos da 1ª a 3ª Série do Ensino Médio. As provas foram realizadas com acompanhamento dos professores.  Os 03 primeiros colocados serão premiados com medalha. A 2ª fase também será realizada na escola com os alunos que tiveram melhor resultado na 1ª fase.

 Dia Mundial do Meio Ambiente

05 de junho: Dia Mundial do Meio Ambiente.  A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. .Através do Decreto Federal 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também estabeleceu que neste período em todo território nacional se promovesse a Semana Nacional do Meio Ambiente que tem por finalidade apoiar a participação da comunidade nacional na preservação do patrimônio natural do País.
A partir do corrente ano a Educação Ambiental deve ser incluída no currículo escolar através da Lei 9.795/99. Diante disso a Escola de Educação Básica São Ludgero está organizando uma gincana cultural do meio ambiente. Os alunos estão trazendo materiais para reciclagem e no dia da gincana (data a confirmar), realizarão atividades  relacionadas a educação ambiental.


Nesta sexta- feira (05/06), no dia do Meio Ambiente as turmas do EMI (Ensino Médio Inovador) estarão orientando e distribuindo mudas de árvores no semáforo e na ponte, das 9h às 10h, e das 14h às15h.


(Texto publicado no Jornal Destaque em 04/06/2015.)



quinta-feira, 28 de maio de 2015

LER, CRESCER E TRANSFORMAR




Percebemos que a realidade atual vem afastando cada vez mais nossos alunos do ato de ler. Aspectos como computadores, videogames, TV, o acesso restrito a leitura no núcleo familiar, e a falta de incentivo, têm ocasionado pouco interesse para leitura e por consequência dificuldades marcantes que sentimos na escola: vocabulário precário, reduzido e informal, dificuldade de compreensão, erros ortográficos, poucas produções significativas dos alunos, conhecimentos restritos aos conteúdos escolares.
Faz-se entanto necessário que a escola busque resgatar o valor da leitura, como ato de prazer e requisito para emancipação social e promoção da cidadania.
A leitura nunca se fez tão necessária nos bancos escolares. De um lado há o aumento nas fontes de pesquisa e uma crescente preferência pelo construtivismo. De outro lado, vemos a grande dificuldade de nossos alunos em compreender questões eliminatórias no vestibular onde só se obtêm êxito quem tiver por hábito se atualizar através de jornais, revistas e livros.
Através da leitura o ser humano consegue se transportar para o desconhecido, explorá-lo, decifrar os sentimentos e emoções que o cercam e acrescentar vida ao sabor da existência. Pode então, vivenciar experiências que propiciem e solidifiquem os conhecimentos significativos de seu processo de aprendizagem.
Neste sentido pensamos ser dever, de nossa instituição de ensino, juntamente com professores e equipe pedagógica propiciar aos nossos educandos momentos que possam despertar neles o gosto pela leitura, o amor ao livro, a consciência da importância de se adquirir o hábito de ler. O aluno deve perceber que a leitura é o instrumento chave para alcançar as competências necessárias a uma vida de qualidade, produtiva e com realização.



A escola é um espaço fundamental para desenvolver leitores. LER É APRENDER, estimular este hábito é nossa tarefa enquanto escola.
A professora Janete de Bona Schulz juntamente com os alunos do 2º ano, trabalhando o gênero textual CONVITE, convidaram as turmas das Séries Iniciais para um momento de contação de história. Os alunos ouviram e participaram entusiasmados deste momento mágico. Na oportunidade foi sorteado um livro de uma escritora local, Sofia Debiase Matei (09-anos), assim como apresentado os passos para se fazer um livro. Além de estimular o habito de leitura queremos também incentiva-los a produzir e à serem autores de sua própria história.  




REFERÊNCIAS
FREIRE, P. A importância do ato de ler. 41ª ed, São Paulo: Cortez, 2001.
GERALDI, J. W. O texto na sala de aula: prática da leitura de textos na escola. 2 ªed, Cascavel: Assoeste, 1984.
BAKHTIN, Mikhail. Estética da Criação Verbal. 4ª Ed, São Paulo: Martins Fontes, 2003.
WACHOWICZ, Teresa Cristina. Análise linguística nos gêneros textuais. São Paulo: Saraiva, 2012.
SILVA, Vera Maria Tietzmann. Leitura Literária & outras leituras – impasses e alternativas no trabalho do professor. Belo Horizonte: RHJ, 2009.
SNOWLING, Margaret J.; HULME, Charles. A ciência da leitura. Porto Alegre: Penso, 2013.

(Texto publicado no Jornal Destaque em 28/05/2015.)

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Diversidade se aprende na escola.




                    Ensinar a importância do respeito à diversidade é fundamental em um ambiente escolar. 

                   Ao tratar da diversidade humana na escola podemos ter como parâmetro a necessidade de reconhecimento que caracteriza os seres humanos. Para interpretarmos quem somos como coletividade, ou quem sou como indivíduo, dependemos do reconhecimento que nos é dado pelos outros. O reconhecimento pelos outros é uma necessidade humana, já que o ser humano é um ser que só existe através da vida social.

                   Ao considerarmos que os seres humanos dependem do reconhecimento que lhes é dado, estamos reconhecendo que a identidade do ser humano não é inata ou pré-determinada, e isso nos torna mais críticos e reflexivos sobre a maneira como estamos contribuindo para a formação das identidades dos nossos alunos.

                   O processo de ensino e aprendizagem do aluno se dá através das interações sociais ocorridas dentro do ambiente escolar. O ideal é que a escola em seu planejamento de ênfase a importância de propiciar ao seu aluno um ambiente que priorize e estimule o respeito à diversidade, ajudando a formar cidadãos mais educados e respeitosos que se preocupam com os outros, possuindo o espírito de coletividade.

                   A escola inclusiva direciona-se para um ensino que, além de reforçar os mecanismos de interação solidária e os procedimentos cooperativos, auxilie o ser humano a se ver e se perceber como parte de um todo que independe de suas características físicas. A inclusão diz respeito a todos os alunos, e não somente a alguns. Ela envolve uma mudança de cultura e de organização da escola para assegurar acesso e participação para todos os alunos que a frequentam regularmente.

                    Um ponto de partida para que exista o respeito à diversidade na escola é aceitarmos que os agentes que nela interagem têm interesses, visões de mundo e culturas diferentes e nenhum de nós tem o monopólio da verdade, da inteligência e da beleza. Daí a necessidade de negociações permanentes para que todos façam concessões, e todos tenham ao menos parte dos seus interesses e valores contemplados no espaço público da escola.

             É necessário que seja admitida a diferença na relação com o outro. Isto quer dizer tolerar e conviver com aquele que não é como eu sou e não vive como eu vivo, e o seu modo de ser não pode significar que o outro deva ter menos oportunidades, menos atenção e recursos.
                   A democracia é uma forma de viver em negociação permanente tendo como parâmetro a necessidade de convivência entre os diferentes, ou seja, a tolerância. Mas para valorizar a tolerância entre os diferentes temos que reconhecer também o que nos une.






(Texto publicado no Jornal Destaque em 21/05/2015.)