quinta-feira, 18 de junho de 2015

Dia do Meio Ambiente


Todo dia é dia do Meio Ambiente! Porém o dia mundial do meio ambiente começou a ser comemorado em 1972, após uma Conferência Das Nações Unidas sobre o meio ambiente realizada em Estocolmo, na Suécia, com o objetivo de promover atividades de proteção, preservação e alertar o público mundial para o perigo de negligenciarmos a tarefa de cuidar do meio ambiente.
Com o objetivo de sensibilizar os alunos e comunidade em relação à preservação do meio ambiente, foi executado um projeto no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, com as turmas do Ensino Médio Inovador (EMI).
A justificativa do projeto dá-se pelo fato de que o planeta está em um momento crítico, é preciso agir para minimizar os impactos da sociedade de hoje sobre as futuras gerações. Frente a isso estimular a sensibilidade do aluno sobre problemas atuais em relação ao meio ambiente se torna de suma importância. Entretanto, a reeducação da comunidade se apresenta relevante e são influentes no berço familiar onde se consolidam o caráter dos jovens. Diante deste contexto é necessário cada indivíduo reconhecer sua atitude em prol do meio ambiente de forma sustentável.  Vale ressaltar que gradativamente, a humanidade vem criando uma postura antropocêntrica, o que causa um sentimento de distanciamento em relação à natureza.
A realização do projeto deu-se com professores e alunos das primeiras e segundas séries do Ensino Médio Inovador, que distribuíram mudas de árvores nativas e frutíferas, na Rua Padre Roher, nos semáforos da cidade. As mudas foram doadas pela empresa Tractebel Energia. Neste projeto os alunos também buscaram sensibilizar e conscientizar a comunidade com faixas e cartazes, fomentando a responsabilidade individual em prol da preservação do meio ambiente.

Os objetivos específicos do projeto:
·                    Despertar o interesse e a consciência ambiental na sociedade;
·                    Participar da construção de um futuro sustentável;
·                    Reconhecer as responsabilidades individuais e coletivas em prol do meio ambiente;

·                    Distribuir e plantar árvores.


(Texto publicado no Jornal Destaque em 18/06/2015.)

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Utilização do aparelho telefônico na atualidade


Com o objetivo de conscientizar o aluno que o aparelho telefônico pode servir como ferramenta para auxiliar no desenvolvimento da aprendizagem, bem como para a organização pessoal e comunicação.  Ao mesmo tempo, o aparelho, se utilizado de forma inadequada, pode causar problemas familiares e sociais,  foi planejado o projeto:  Utilização do aparelho telefônico na atualidade pelos professores da EEB São Ludgero no curso do PNEM (Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio).
O PNEM é um programa do Governo Federal para formação e capacitação de professores do Ensino Médio e  tem como objetivo principal contribuir para o aperfeiçoamento da formação de professores e coordenadores do Ensino Médio, rediscutindo a prática docente voltada para esta etapa de ensino da Educação Básica.
Esse projeto foi apresentado no Semionário Regional da 2ª etapa do PNEM/SC, pelo professor Valdinei Monteiro Vieira (professor de Sociologia), no dia 24 de abril em São Ludgero, e será colocado em prática pelos professores envolvidos no programa.
A justificativa da elaboração do projeto dár-se–a pelo fato de que o uso de tecnologias tornou-se uma necessidade nos dias atuais. Os educandos que nasceram nessa era tecnológica, participam naturalmente da evolução que acontece constantemente e sentem-se atraídos por todo este emaranhado de informações.
            O emprego de aparelhos celulares para fins pedagógicos pode trazer profundas transformações para o processo de ensino-aprendizagem na escola. Porém, alguns entraves impedem sua utilização, como o mau uso por parte dos alunos, e a lei número 14.363, de 25 de janeiro de 2008, que dispõe sobre a proibição do uso de telefone celular nas escolas estaduais do Estado de Santa Catarina.
            Sendo assim, a escola precisa estar preparada para trabalhar pedagogicamente com esta questão, pois envolve algo que está diretamente associado ao dia a dia dos educandos. A maioria dos nossos alunos se vêem envoltos nas diferentes mídias, e não trabalhar esta questão significa excluir algo que faz parte da sua cultura, bem como da comunidade escolar.

     Os objetivos específicos do projeto:
- Orientar os alunos sobre o uso do celular em relação à saúde;
- Analisar a escrita dos usuários das redes sociais;
- Observar as mudanças na relação dos adolescentes com o celular em diferentes gerações;
- Conscientizar sobre o uso de imagens nos aplicativos;
- Reconhecer e usar as estratégias de um debate;
- Orientar o uso do celular para fins pedagógicos.

As disciplinas envolvidas e suas aplicações:
- Sociologia e Filosofia: Conscientização sobre o uso adequado dos aparelhos.
- História: Utilização dos meios de comunicação em diferentes épocas.
- Inglês/Espanhol/ Informática:  Malefícios versus benefícios por meio de um júri simulado.
- Matemática: Estatística: pesquisa com gastos, idade, tempo de uso, descarte.
- Educação Física: A falta da prática esportiva decorrente do uso excessivo do aparelho.
- Química: Soluções para o lixo eletrônico.
- Biologia: O efeito no organismo.

- Língua Portuguesa: “Cyberbullying”: uso da escrita.
Professor Valdinei Monteiro Vieira


(Texto publicado no Jornal Destaque em 11/06/2015.)

Educação e Cidadania

Educar exige esforço, dedicação, competência e, sobretudo muito amor. As diversas atividades desenvolvidas na escola contribuem para  aprimorar o conhecimento,  o crescimento intelectual e preparar para a vida...

A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP)  é uma realização do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA - e tem como objetivo estimular o estudo da matemática e revelar talentos na área.
Nesta unidade escolar, terça-feira (02/06) foi realizada a OBMEP - Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas,
1ª fase: participaram os alunos do 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental e alunos da 1ª a 3ª Série do Ensino Médio. As provas foram realizadas com acompanhamento dos professores.  Os 03 primeiros colocados serão premiados com medalha. A 2ª fase também será realizada na escola com os alunos que tiveram melhor resultado na 1ª fase.

 Dia Mundial do Meio Ambiente

05 de junho: Dia Mundial do Meio Ambiente.  A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. .Através do Decreto Federal 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também estabeleceu que neste período em todo território nacional se promovesse a Semana Nacional do Meio Ambiente que tem por finalidade apoiar a participação da comunidade nacional na preservação do patrimônio natural do País.
A partir do corrente ano a Educação Ambiental deve ser incluída no currículo escolar através da Lei 9.795/99. Diante disso a Escola de Educação Básica São Ludgero está organizando uma gincana cultural do meio ambiente. Os alunos estão trazendo materiais para reciclagem e no dia da gincana (data a confirmar), realizarão atividades  relacionadas a educação ambiental.


Nesta sexta- feira (05/06), no dia do Meio Ambiente as turmas do EMI (Ensino Médio Inovador) estarão orientando e distribuindo mudas de árvores no semáforo e na ponte, das 9h às 10h, e das 14h às15h.


(Texto publicado no Jornal Destaque em 04/06/2015.)



quinta-feira, 28 de maio de 2015

LER, CRESCER E TRANSFORMAR




Percebemos que a realidade atual vem afastando cada vez mais nossos alunos do ato de ler. Aspectos como computadores, videogames, TV, o acesso restrito a leitura no núcleo familiar, e a falta de incentivo, têm ocasionado pouco interesse para leitura e por consequência dificuldades marcantes que sentimos na escola: vocabulário precário, reduzido e informal, dificuldade de compreensão, erros ortográficos, poucas produções significativas dos alunos, conhecimentos restritos aos conteúdos escolares.
Faz-se entanto necessário que a escola busque resgatar o valor da leitura, como ato de prazer e requisito para emancipação social e promoção da cidadania.
A leitura nunca se fez tão necessária nos bancos escolares. De um lado há o aumento nas fontes de pesquisa e uma crescente preferência pelo construtivismo. De outro lado, vemos a grande dificuldade de nossos alunos em compreender questões eliminatórias no vestibular onde só se obtêm êxito quem tiver por hábito se atualizar através de jornais, revistas e livros.
Através da leitura o ser humano consegue se transportar para o desconhecido, explorá-lo, decifrar os sentimentos e emoções que o cercam e acrescentar vida ao sabor da existência. Pode então, vivenciar experiências que propiciem e solidifiquem os conhecimentos significativos de seu processo de aprendizagem.
Neste sentido pensamos ser dever, de nossa instituição de ensino, juntamente com professores e equipe pedagógica propiciar aos nossos educandos momentos que possam despertar neles o gosto pela leitura, o amor ao livro, a consciência da importância de se adquirir o hábito de ler. O aluno deve perceber que a leitura é o instrumento chave para alcançar as competências necessárias a uma vida de qualidade, produtiva e com realização.



A escola é um espaço fundamental para desenvolver leitores. LER É APRENDER, estimular este hábito é nossa tarefa enquanto escola.
A professora Janete de Bona Schulz juntamente com os alunos do 2º ano, trabalhando o gênero textual CONVITE, convidaram as turmas das Séries Iniciais para um momento de contação de história. Os alunos ouviram e participaram entusiasmados deste momento mágico. Na oportunidade foi sorteado um livro de uma escritora local, Sofia Debiase Matei (09-anos), assim como apresentado os passos para se fazer um livro. Além de estimular o habito de leitura queremos também incentiva-los a produzir e à serem autores de sua própria história.  




REFERÊNCIAS
FREIRE, P. A importância do ato de ler. 41ª ed, São Paulo: Cortez, 2001.
GERALDI, J. W. O texto na sala de aula: prática da leitura de textos na escola. 2 ªed, Cascavel: Assoeste, 1984.
BAKHTIN, Mikhail. Estética da Criação Verbal. 4ª Ed, São Paulo: Martins Fontes, 2003.
WACHOWICZ, Teresa Cristina. Análise linguística nos gêneros textuais. São Paulo: Saraiva, 2012.
SILVA, Vera Maria Tietzmann. Leitura Literária & outras leituras – impasses e alternativas no trabalho do professor. Belo Horizonte: RHJ, 2009.
SNOWLING, Margaret J.; HULME, Charles. A ciência da leitura. Porto Alegre: Penso, 2013.

(Texto publicado no Jornal Destaque em 28/05/2015.)

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Diversidade se aprende na escola.




                    Ensinar a importância do respeito à diversidade é fundamental em um ambiente escolar. 

                   Ao tratar da diversidade humana na escola podemos ter como parâmetro a necessidade de reconhecimento que caracteriza os seres humanos. Para interpretarmos quem somos como coletividade, ou quem sou como indivíduo, dependemos do reconhecimento que nos é dado pelos outros. O reconhecimento pelos outros é uma necessidade humana, já que o ser humano é um ser que só existe através da vida social.

                   Ao considerarmos que os seres humanos dependem do reconhecimento que lhes é dado, estamos reconhecendo que a identidade do ser humano não é inata ou pré-determinada, e isso nos torna mais críticos e reflexivos sobre a maneira como estamos contribuindo para a formação das identidades dos nossos alunos.

                   O processo de ensino e aprendizagem do aluno se dá através das interações sociais ocorridas dentro do ambiente escolar. O ideal é que a escola em seu planejamento de ênfase a importância de propiciar ao seu aluno um ambiente que priorize e estimule o respeito à diversidade, ajudando a formar cidadãos mais educados e respeitosos que se preocupam com os outros, possuindo o espírito de coletividade.

                   A escola inclusiva direciona-se para um ensino que, além de reforçar os mecanismos de interação solidária e os procedimentos cooperativos, auxilie o ser humano a se ver e se perceber como parte de um todo que independe de suas características físicas. A inclusão diz respeito a todos os alunos, e não somente a alguns. Ela envolve uma mudança de cultura e de organização da escola para assegurar acesso e participação para todos os alunos que a frequentam regularmente.

                    Um ponto de partida para que exista o respeito à diversidade na escola é aceitarmos que os agentes que nela interagem têm interesses, visões de mundo e culturas diferentes e nenhum de nós tem o monopólio da verdade, da inteligência e da beleza. Daí a necessidade de negociações permanentes para que todos façam concessões, e todos tenham ao menos parte dos seus interesses e valores contemplados no espaço público da escola.

             É necessário que seja admitida a diferença na relação com o outro. Isto quer dizer tolerar e conviver com aquele que não é como eu sou e não vive como eu vivo, e o seu modo de ser não pode significar que o outro deva ter menos oportunidades, menos atenção e recursos.
                   A democracia é uma forma de viver em negociação permanente tendo como parâmetro a necessidade de convivência entre os diferentes, ou seja, a tolerância. Mas para valorizar a tolerância entre os diferentes temos que reconhecer também o que nos une.






(Texto publicado no Jornal Destaque em 21/05/2015.)


 

sexta-feira, 15 de maio de 2015

EEB São Ludgero – 100 anos de História


     
Resgatar a história de uma instituição é   reviver o passado, compreender a sua trajetória dentro da comunidade e  valorizar aqueles que  participaram do processo de construção e deixaram suas marcas e contribuições.
     A educação em São Ludgero foi trazida pelos imigrantes alemães que aqui chegaram e se preocuparam com a catequese através da escola paroquial.  A religião foi fundamental na questão educacional, pois os sacerdotes que por aqui passaram muito  se preocuparam com a educação no sentido de saber ler, escrever e fazer contas. Vale destacar os pioneiros Padre Roer, Padre Topp,  Padre Auling, Padre Carlos Schmees, Monsenhor Frederico Tombrock e Padre José Pereira Kunz. Estes que contribuíram  para fazer com que seus conterrâneos  aprendessem  “o dialeto westfaliano – introduzi-los nas verdades da religião católica, ensinar-lhes a rezar, escrever, ler, cantar e pensar, tornar-lhes acessível a fonte viva do caráter alemão, fazer deles autênticos cidadãos e bons cristãos”. (Crônicas da Paróquia de São Ludgero)
     Em um século de história tem-se muito a contar. Muitas e interessantes passagens foram registradas ou ficaram na memória daqueles que passaram pelo Colégio São Ludgero, antigo nome da atual Escola de Educação Básica São Ludgero. 
     A partir de registros  em  documentos antigos e história oral com entrevistas contadas por diversas pessoas da comunidade e que trabalharam na  escola, está sendo produzido  um livro sobre estes 100 anos de história do “Colegião” (nome carinhoso que a escola recebe).  O livro, escrito pelas professoras Eliane Damian De Bona de Oliveira e Geisa Baschirotto Dário  ainda não tem data definida de lançamento, mas está previsto para este ano ainda. 
     São cem anos de serviços prestados à comunidade sãoludgerense,  de educação rígida e disciplinar quando era internato, educação de conquistas e lutas, de merecimentos e gratidões. 
“Cem anos se passaram e muito temos para contar, que os próximos cem anos sejam novamente marcados por uma história rica em sabedoria, educação e vontade de fazer deste mundo um lugar muito melhor. Cabe a cada educador a missão de semear no coração dos seus educandos, esta vontade”.
     Sabemos que o tempo dispensado à educação e ao aprendizado contínuo dos alunos não tem preço. Então, queremos homenagear aqueles e aquelas que foram, são e que serão os coadjuvantes da história do Colégio, hoje Escola de Educação Básica São Ludgero”.
Desde já queremos agradecer as professoras por se dedicarem a este trabalho de registro histórico e também a saudosa professora e escritora Iva Buss, que ajudou na pesquisa e  reorganização do histórico da  escola e muito incentivou  a registrarmos esta história tão rica de detalhes . 


Professoras  Geisa Baschirotto Dário e Eliane Damian De Bona de Oliveira  as escritoras do livro. 
(Texto publicado no Jornal Destaque em 14/05/2015.)

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Provinha Brasil 2015








Alunos do 2º ano, matutino e vespertino, da EEBSL realizando a Provinha Brasil.

     Em 2008, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), por meio da Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb) e com o apoio da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação (MEC) e de universidades que integram a Rede Nacional de Formação Continuada de Professores da Educação Básica do MEC, implementou,  a Avaliação da Alfabetização Infantil Provinha Brasil.
     A Provinha Brasil é uma avaliação diagnóstica que  visa identificar o desempenho dos alunos no início e no final do segundo ano de escolaridade do Ensino Fundamental. A escolha do segundo ano do Ensino Fundamental foi adotada considerando o disposto no Plano de Metas – Compromisso            Todos pela Educação (2007), que expressa a necessidade de “alfabetizar as crianças até, no máximo, os oito anos de idade, aferindo os resultados por meio de exame periódico específico” (artigo 2º, inciso II).
Sendo assim, essa avaliação é destinada a alunos após um ano de estudos no ensino fundamental dedicado ao processo de alfabetização.
     O objetivo da Provinha Brasil é o de levantar informações que possam subsidiar a ação de professores, coordenadores pedagógicos e gestores das escolas das redes públicas de ensino do país. Com isso, pretende-se contribuir para o acompanhamento do desenvolvimento dos alunos na aquisição das habilidades relacionadas ao processo de alfabetização e, assim, prevenir o diagnóstico tardio das dificuldades acumuladas nesse processo.
    As concepções que embasam a provinha Brasil consideram que as habilidades relacionadas ao processo de alfabetização e letramento em Língua Portuguesa e Matemática não se desenvolvem apenas nos dois primeiros anos da educação formal, mas continuamente, durante toda a Educação Básica. Entende-se que, caso, problemas nesse processo sejam identificados ainda no início da vida escolar do aluno, as chances de uma aprendizagem efetiva serão potencializadas.
     As matrizes de Referência da Avaliação da Provinha Brasil elencam o que se pretende avaliar com esse instrumento, ou seja, os conhecimentos que se espera que os alunos tenham adquirido após o início do processo de alfabetização. A matriz é apenas uma referência para a construção do instrumento de avaliação. É, portanto, diferente de uma proposta curricular ou de programas de ensino, que são mais amplos e complexos.


Fonte: - Provinha Brasil 2015

            - www.todospelaeducacao.org.br

(Texto publicado no jornal Destaque em 07/05/2015.)


Fotos: Alunos do 2º ano, matutino e vespertino, da EEBSL realizando a Provinha Brasil.